HOMEM bom / homem ruim


Ao ser criado, o ser humano não é essencialmente bom nem ruim; ele apenas é criado para evoluir na direção de ser bom. Para satisfazerem suas necessidades, existem pessoas que por serem mais ou menos evoluídas têm maior ou menor probabilidade de praticar atos considerados bons ou ruins. A expressão da evolução do indivíduo não está nos seus atos, pois pessoas muito evoluídas podem praticar atos muito ruins e pessoas pouco evoluídas podem praticar atos muito bons, visto que as decisões são afetadas pelas demais facetas do indivíduo e pelo contexto. A expressão da evolução do indivíduo está nos sentimentos decorrentes de seus atos:

  1. Quando uma pessoa muito evoluída pratica atos muito ruins ela contraria a sua intuição e, conseqüentemente, sofre;

  2. Quando uma pessoa pouco evoluída pratica atos muito bons, ela contraria os seus instintos e, conseqüentemente, sofre e/ou aparenta o cansaço típico de quem cumpriu bem uma obrigação, um dever;

  3. É preciso haver harmonia/coerência entre os atos do ser humano e a sua evolução, pois nesta situação não há sofrimento e o cansaço não tem importância.